
O momento em que o chicote com fios de prata tocou minhas costas, eu soltei um silvo de dor. O golpe veio de novo, deixando um corte pior que o anterior, e senti minha pele se abrir com mais uma ferida.
“Vamos fazer vinte e dois? Como de costume,” a risada dele era sinistra. “Ou vinte e dois vezes dois?” Mais uma vez, ele baixou o chicote, e eu gritei de agonia porque já não conseguia mais segurar.